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Mostrando postagens de Dezembro, 2018

É fato. É notícia. [Homofobia]

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Ponto final, de Evandro Calafange de Andrade

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Ponto final Evandro Calafange de Andrade
Não tem dia que não seja de luta: Levanta-se! Vista-se! Alimente-se! Por mais que essa não seja a sua vontade.
Caminha-se até a civilização, Abre o sorriso, Dá uns apertos de mão, Transmita naturalidade. Por mais que essa não seja a sua vontade.
Um sorriso na face É a rotina demasiadamente sofrida Não expressa originalidade. É fake! É parte de uma mascaração Bem longe do carnavalesco. Mas, deve-se continuar firme a seguir. Por mais que essa não seja a sua vontade.
Uma imposição social, Uma desfaçatez genuína, Uma sociedade deveras individualista, Sem preocupação, sem compaixão. E eu, na verdade, nós, vestimos normalidade. Por mais que essa não seja a sua vontade.
A verdadeira face do meu ser Só quer um singelo ponto final Sem alarde do apagar das luzes teatrais. Por essa ser a minha real vontade.

Não desejava você, de Evandro Calafange de Andrade

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Não desejava você Evandro Calafange de Andrade
Eu só queria estar do seu lado Nunca imaginei você como meu namorado Porque sua amizade era tudo para mim.
O teu toque me emanava felicidade O meu coração se alegrava E teus braços eram o meu espaço de proteção. Eras mais que irmão!
Só foi mais uma noite cair O pancadão tocar no paredão Aquele álcool tomar conta de mim Levando-me descer até o chão Para você mostrar suas reais intenções.
Nunca imaginei tamanha transformação.
Você entrou sem bater, Sem permissão. Simplesmente fez de mim o teu objeto de prazer.
Não deu valor ao que vivemos Esqueceu tudo que falamos Só pensou em se satisfazer Com o corpo que não desejava você.
Você me feriu! Acabou com meus sentimentos Deixou a minha honra na lama Penetrou a minha alma Deixando parte de ti em mim. Nunca te p

Longe de ti, de Evandro Calafange de Andrade

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Longe de ti Evandro Calafange de Andrade
Quando o sol despertou, Em uma bela manhã de verão, Só queria olhar nos teus olhos, Me esparramar no verdejar da palma da tua mão Feito criança a brincar no fundo do quintal.
Desejei me banhar no orvalho Do teu corpo nu sobre a relva fria E mergulhar no rio da tua boca Em uma coisa louca, Te amar.
Quando a lua majestosa chegou, Levou-me ao teu aconchego, Chamego gostoso no balanço da rede, Corpo a corpo a suar desejo.
Só queria parar o tempo Para que pudéssemos ter mais tempo De estar e ficar a dois, plenamente, Envolvidos em nossos abraços Em laço e desenlaço amoroso.
Quem sabe assim pudesse ser infinito, Mas, nada disso, é finito. E sigo aqui tão perto, porém Eternamente longe de ti.

É fato. É notícia. [Feminicídio]

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Pabllo Vittar - Disk Me (Official Music Video) ☎️✨

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É fato. É notícia.

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