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Mostrando postagens de Maio, 2018

Cumprisses apaixonados, de Evandro Calafange de Andrade

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Cumprisses apaixonados Evandro Calafange de Andrade
Será que você não se lembra mais Daquele dia que nos conhecemos Você feliz com as amigas brincando de bonecas Eu triste por querer carinhos de minha mãe Que me deixou aos cuidados da babá.
Naquele parquinho não queria ficar Mas foi só te conhecer Que enterrei a tristeza Deixei o sorriso esplandecer meu coração E me envolvi em suas fantasias.
Vivemos o nosso tempo A nossa amizade se fortaleceu Éramos dois adolescentes Vivendo uma história de amor, Cumprisses apaixonados.
O tempo foi passando Não éramos mais um casal de namorados Agora estávamos bem casados Curtindo tudo que Deus nos deu Então, amor, me diga o que foi que aconteceu?
Eu vou pagar pra ver Vou pagar pra ver Se você vai sair da minha vida de uma vez Eu vou pagar pra ver Vou pagar pra ver Se você tem coragem de me esquecer.
Me diga, meu amor, o que foi que mudou?! Sei que o tempo passou A gente não é mais os mesmos Mas tenho certeza, o nosso amor não acabou.

Novidade no Blog

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Olá, galera!
O Blog Kallafang News traz para vocês um novo espaço, ou melhor dizendo, uma nova aba de páginas, além da de Linguagem (com questões com gabarito e propostas de redação) e a de Webséries. Está disponível a página Educação - Área do professor. Nela serão postados materiais relevantes para os docentes conectados com a gente. O primeiro poste está direcionado para os educadores da Educação Infantil, principalmente para quem trabalha a partir do Nível III. Já estão a disposição planos de aulas para essa faixa da educação infantil.
Acessa lá!

Amantes, de Evandro Calafange de Andrade

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Amantes Evandro Calafange de Andrade
Abri a porta da minha vida Deixei você entrar Permiti-te tocar o meu corpo Quando rolávamos sobre a cama Feitos amantes loucos. Entreguei-me ao sonho de te amar Um sonho lindo de prazer Despertado pelos beijos teus.
No café da manhã A luz do sol despojava Sobre a mesa o sabor Da torrada com geleia, Do pão com Nutella, Daquela xícara de café Nutrindo a fome que aguçava O desejo de te amar.
À tarde, só queria ver a hora voar Do trabalho você chegar, Tirar as tuas roupas, Levar-te para debaixo do chuveiro E me amar, vorazmente me amar Só para me amar Loucamente me amar Evolvida em teu corpo Voluvelmente te amar, amor.