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Mostrando postagens de Dezembro, 2017

Análise textual de "Uma arma chamada celular"

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Análise textual de Uma arma chamada celular
Evandro Calafange de Andrade
            Recorremos a um texto jornalístico da revista IstoÉ, número 1909, de 24 de maio de 2006, que retrata o domínio do crime em um artigo intitulado “Uma arma chamada celular”, no qual pretendemos discursar com a autora Ana Carvalho e contrapor com as informações do texto “O conceito de interdiscurso da Enunciação”, de Ana Cláudia Fernandes Ferreira, discutido durante as aulas da disciplina Semântica da Língua portuguesa, ministrada pela professora Carmem Brunelli.             Este trabalho tem como intenção não só trabalhar a polifonia e a argumentação, mas também as relações interdiscursivas propostas pela autora Ana Cláudia Fernandes Ferreira ao afirmar, segundo os seus estudos nos conceitos de Eduardo Guimarães, que se devem considerar os interdiscursos e a intenção do discurso, pois é necessário sempre observar a relação entre locutor e interlocutor, “porque alguém sempre produz algo para alguém”.        …

Na parada de sucesso - Oba Oba Samba House feat. Menor - Olha Ela

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Na parada de sucesso - Kell Smith - Era Uma Vez (videoclipe oficial)

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Noite singela de natal, de Evandro Calafange de Andrade

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Noite singela de natal Evandro Calafange de Andrade
A noite bate à porta toda majestosa Neve cai quente entre as macambiras Lá no terreiro, sobre o estrelar O menino caminha sereno para adentrar Pegar a sandália em embrulho de pão Que vai acalentar o solado do pé Calejado na terra – barro batido.
Uma lágrima solitária a cavalgar Tão solícita no canto do olhar E lá vem papai no lombo do jerico, Mamãe a esperar Nina a criança em colo de aconchego.
Todos aqui, junto desde o nasce do sol Ouvem o silenciar dos pássaros Adormecidos sobre o galho seco do umbuzeiro O que é quebrado com um soneto longínquo O tristonho gemido de adeus Bem ritmado da cadela Baleia No pé do mandacaru.
Uma família corre a visão para mesa Sem coberta, sem nutrientes Dona fome ronca agitada na barriga de outrem Mas não é maior do que o encher de amor, Uma fraternidade familiar Que vem do calor, Dos abraços dos entes queridos Nesta noite singela de natal.

As cartas que me escreveu, de Evandro Calafange de Andrade

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As cartas que você me escreveu Evandro Calafange de Andrade
Já li e reli As cartas que você me escreveu Aquelas que falavam de amor, As que descreviam a dor. Confesso que chorei Com as que transbordaram tristeza Pelo fim do nosso entrelaçar...
Saiba que o amor não se acaba Com um estalar de dedos, Com o sopro do vento. Ele vai morrendo pouco a pouco, A cada estação... A cada partida do trem ao seu ponto final.
Se estou ausente em tua vida É porque uma fenda se abriu Entre mim e você. Se eu não estou te beijando Tudo é culpa das entrelinhas... Da nossa composição de amor, Não minha e nem sua, Jamais do ódio.
São coisas que acontecem Aceita essa pontuação final, E sigamos em frente, Quem sabe até a próxima parada, Por mais que olhe para trás E não me veja em tuas pegadas.

Carpe Diem, de Evandro Calafange de Andrade

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Carpe Diem Evandro Calafange de Andrade
Abra a janela e deixe o Sol entrar, Sente-se na varanda, Aprecie o cantar dos pássaros O que tanto acalenta o coração vivido.
Corra até o lago, banhe-se! Deite-se na relva. Veja o límpido céu azul. Sorria com o cachorro a brincar no campo verdejante. Permita-se estar feliz sem desfaçatez. Seja, pelo menos uma vez, rio a correr sem amarras Sobre um leito de liberdade.
Depois torne-se terra, monte, Árvores a dançarem Majestosamente na sonoridade do sabiá. Sendo sábio, serás ar Viajante literário Sob a sombra dos laranjais.
Ora tu és pseudo, Ora tu és Teseu, O vigente tecedor do seu tempo.
Menino que traceja a grafia do ancião. Esperto, mão-do-rei, Também és coroado O primeiro do seu nome, O onipresente imortal implacável leitor Dos sete reinos Das fabulosas entrelinhas da vida.
E assim segue em frente a confabular: Espelho, espelho meu Que novos ares tenho eu? Desta vida, só espero respirar Além da lápide de um esmero

Na parada de sucesso - Fly - Mais Um Verão

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Estou olhando por ti, de Evandro Calafange de Andrade

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Estou olhando por ti Evandro Calafange de Andrade
Vi a lágrima correr em teu rosto, Se aconchegar na folha de papel, Borrar as palavras de amor Destinadas ao meu coração.
Senti o teu perfume bailar no ar Nos convidando para dançar Rosto a rosto, Pele na pele, Minhas mãos deslizando nas curvas do teu corpo. Me deixando louco de amor por ti.
Pena que tudo não passa de lembranças, Bons momentos que vivemos. Pena que agora não posso estar aí Bem pertinho de ti Pelo menos para ouvir O cantar da tua voz Nem que seja pela última vez.
Mas saiba que daqui "Estou olhando por ti" Te amando em silêncio Acompanhando o crescimento do nosso filho. Que sorrir, corre, Fica com os olhos lacrimejando, Dá gargalhadas de felicidade Em tua suave e angelical presença.
Não se lamente! Não se desespere! Fique em paz, meu amor! Que também aqui estou.

Eu sou assim, de Evandro Calafange de Andrade

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Eu sou assim Evandro Calafange de Andrade
Gosto de cabelos curtos, Sempre estou colorindo-os, Acho que sou meio camaleão. Cada vez que me reflito no espelho, Vejo uma nova pessoa De longo ou de minissaia Cobrindo tudo ou quase nada Eu sou assim Vais gostar de mim? Tanto faz, porque me amo por inteira.
Quero saber se serás melhor que ele Aquele que tentava me modelar Nasci mulher, não fui fabricada, Vendida como massinha de modelagem. Se estou sendo rude contigo Perdoa-me?! Mas assim sou eu! Vais gostar de mim? Tanto faz, porque me amo!
Ao acordar até o adormecer Se eu estiver de conchinha Aproveito todos os momentos Deixo o meu pelo arrepiar com os toques teus Mô! Só não se esqueça de sussurrar Bem sensual ao pé do meu ouvido.
Serás melhor que ele? Aquele que quis me adestrar Achou que eu era bichinho de estimação Logo eu – esse mulherão – eu não, baby! Se fores cópia cheia de falhas. Pífio. Não se preocupe que abro a porta E antes de fechá-la, digo-te: Adeus!

Beija-me, de Evandro Calafange de Andrade

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Beija-me Evandro Calafange de Andrade
Me beija... Beija-me! Me beija... Deseja-me! Aguça a minha sede de você Pega-me de jeito Rasga as minhas roupas Joga-me sobre a cama Me deixa explodir de querer Só por você
Quando o Sol raiar Vou acordar louca de vontade de te beijar Mergulhar em teu corpo Incendiar o nosso leito de amor Entre o divino e o pecado Apenas nossos corpos entrelaçados.
Beija-me! Beija-me! Só só só quero amar você Beija-me! Beija-me! Só só só quero beijar você Só só só quero amar você
Como se fosse a primeira e a última vez.
Passeio sob o luar, Dormir de conchinha, Acordar querendo transar, Jantar à luz de vela, Caminhar de mãos dadas, Banho de mar em noite de lua cheia, Viver um sonho de amor, Ser princesa, voraz, fugaz, Louca de tesão, Quero você meu homem, mozão!