Lágrimas, de Evandro Calafange de Andrade



Lágrimas
Evandro Calafange de Andrade

Senhorita,
Não corras em minha face
Quando as noites entristecerem
Meu claro dia.
Doce Senhorita!
Não salgue a minha boca
Quando a vida se tornar revolta,
Sejas santa da minh’alma
E me deixe ir além do amanhã
Bater outra vez em tua porta.
Senhora Senhorita!
Em minhas entranhas grita,
Transpira e respira o amor-ódio
Que imana de mim a ti.
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