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Mostrando postagens de 2017

Na parada de sucesso - Fly - Mais Um Verão

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Estou olhando por ti, de Evandro Calafange de Andrade

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Estou olhando por ti Evandro Calafange de Andrade
Vi a lágrima correr em teu rosto, Se aconchegar na folha de papel, Borrar as palavras de amor Destinadas ao meu coração.
Senti o teu perfume bailar no ar Nos convidando para dançar Rosto a rosto, Pele na pele, Minhas mãos deslizando nas curvas do teu corpo. Me deixando louco de amor por ti.
Pena que tudo não passa de lembranças, Bons momentos que vivemos. Pena que agora não posso estar aí Bem pertinho de ti Pelo menos para ouvir O cantar da tua voz Nem que seja pela última vez.
Mas saiba que daqui "Estou olhando por ti" Te amando em silêncio Acompanhando o crescimento do nosso filho. Que sorrir, corre, Fica com os olhos lacrimejando, Dá gargalhadas de felicidade Em tua suave e angelical presença.
Não se lamente! Não se desespere! Fique em paz, meu amor! Que também aqui estou.

Eu sou assim, de Evandro Calafange de Andrade

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Eu sou assim Evandro Calafange de Andrade
Gosto de cabelos curtos, Sempre estou colorindo-os, Acho que sou meio camaleão. Cada vez que me reflito no espelho, Vejo uma nova pessoa De longo ou de minissaia Cobrindo tudo ou quase nada Eu sou assim Vais gostar de mim? Tanto faz, porque me amo por inteira.
Quero saber se serás melhor que ele Aquele que tentava me modelar Nasci mulher, não fui fabricada, Vendida como massinha de modelagem. Se estou sendo rude contigo Perdoa-me?! Mas assim sou eu! Vais gostar de mim? Tanto faz, porque me amo!
Ao acordar até o adormecer Se eu estiver de conchinha Aproveito todos os momentos Deixo o meu pelo arrepiar com os toques teus Mô! Só não se esqueça de sussurrar Bem sensual ao pé do meu ouvido.
Serás melhor que ele? Aquele que quis me adestrar Achou que eu era bichinho de estimação Logo eu – esse mulherão – eu não, baby! Se fores cópia cheia de falhas. Pífio. Não se preocupe que abro a porta E antes de fechá-la, digo-te: Adeus!

Beija-me, de Evandro Calafange de Andrade

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Beija-me Evandro Calafange de Andrade
Me beija... Beija-me! Me beija... Deseja-me! Aguça a minha sede de você Pega-me de jeito Rasga as minhas roupas Joga-me sobre a cama Me deixa explodir de querer Só por você
Quando o Sol raiar Vou acordar louca de vontade de te beijar Mergulhar em teu corpo Incendiar o nosso leito de amor Entre o divino e o pecado Apenas nossos corpos entrelaçados.
Beija-me! Beija-me! Só só só quero amar você Beija-me! Beija-me! Só só só quero beijar você Só só só quero amar você
Como se fosse a primeira e a última vez.
Passeio sob o luar, Dormir de conchinha, Acordar querendo transar, Jantar à luz de vela, Caminhar de mãos dadas, Banho de mar em noite de lua cheia, Viver um sonho de amor, Ser princesa, voraz, fugaz, Louca de tesão, Quero você meu homem, mozão!

No ritmo do educar, Evandro Calafange de Andrade

No ritmo do educar Evandro Calafange de Andrade
O dia começou a raiar Todos a acordar, preparando-se para ir trabalhar Muitos não se lembram da base do seu conhecimento Enquanto outros continuam no ritmo do educar.
Com papel e caneta piloto na mão, nem todo o sempre, O professor fortalece a educação de uma nação. O educador em círculo de diálogo Desperta o menino do estado de indiferença  Conduzindo-o ao de criticidade.
E ao anoitecer, ler-se: Educação para todos que envolve poucos. Educação para poucos que envolve muitos. Educação envolta de tecnologia que abre janelas,

Na parada de sucesso - Lexa - Movimento part. Tati Zaqui (Remix) [Clipe Oficial]

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Na parada de sucesso - Edu Gueda - Din Din Don (KondZilla)

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O que é o amor? de Evandro Calafange de Andrade

O que é o amor? Evandro Calafange de Andrade
O que é o amor senão dor! Aquela fisgada no fundo do peito Quando o olhar de outrem é pesado Não há uma reciprocidade afetiva À espera de um momento inesquecível É nada mais que sempre uma inconstante Sem o perfume dos jardins de primavera.
O que é o amor senão febre! Em uma manhã fria de inverno Seu corpo envolto de um pesadelo Tudo parece cinza quando não se pode Pintar em aquarela um coração pulsante, Apenas mais um ser sem luz e fugaz Tão efêmero feito tempestade de verão Em pleno sertão nordestino.
O que é o amor senão ilusão! Você acorda, abre os olhos e não ver Quem desejaria ver ao seu lado. Você ama e não é amado, Você perdoa e não é perdoado, Você se entrega, mas não recebe nada de volta. Tudo parece perfeito, pois só há você Vagando por todas as estações.
O que é o amor senão sorte! O deliciar do gozo de uma tarde agravável de outono Uma sinfonia de toque das suaves e rígidas mãos O som dos pássaros embalando o seu amar E os atos sempre presentes em seu c…

Thor: Ragnarok - Trailer Oficial | HD

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Entre Irmãs | Trailer Oficial | 12 de outubro nos cinemas

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Ponto final, de Evandro Calafange de Andrade

Ponto final Evandro Calafange de Andrade
Um segundo Muito o bastante para me deprimir Dois minutos Pouco o bastante para sentir algo por ti Vinte e quatro horas Uma infinita espera para quem vai morrer.
A morte pode chegar sorrateiramente Mas pode ser cruel, folgada, malvada Vai metendo um fonema aqui Vai suturando o hiato acolá Você geme, grita, pede clemência Ora para o fim ser mais que iminente Por outro lado, emergente tal qual um país Não pode ser o correto E se for indiferente, é uma blasfêmia Porém, coeso e correlato são os ideais.
Por fim, vinde a mim, morte cruel Faz de mim teu objetivo final Não sejas misericordiosa Apenas fulminante e sã.

Vai-ser, de Evandro Calafange de Andrade

Vai-ser Evandro Calafange de Andrade
Partir pode representar um começo Não um recomeço, por que deveria ser? Afinal, a vida não muda Em apenas uma piscadela Seja lá de qual for o olho.
Partir pode ser mera imaginação Não uma ficção, prosa-curtição Nos contos, nos romances, fabulação Pega-se uma caneta e uma folha... Traça um período aqui Uma coordenação acolá, subordina... Dá-se de cupido sintático-semântico Apenas na literatura, além da versificação Na vida, não, meu senhor!
Fingir pode ser uma saída, caro poeta Olha para o horizonte e vão Não fala nada, apenas vê-se Mas, no fundo, não se ver nada.
Fingir deve ser a solução, caro fingidor Corre pela colina, pedra-sabão Estende a mão e busca o acolá Espera, espera, aí você simplesmente vai-ser.

Ninguém é alguém, de Evandro Calafange de Andrade

Ninguém é alguém Evandro Calafange de Andrade
Ninguém, És um ninguém Não na minha vida Mas aqui, ali, acolá Ninguém que não me olha Um ninguém que vai Ninguém que canta Rebate e invade Ouço gritarem: Ninguém viu, Ninguém partiu, Ninguém chegou, Ninguém falou, Ninguém cantou, Contudo, ouvi, vi, Cheguei, parti, falei, Eu simplesmente cantei E tu, ninguém, não me ouviu Não senti ninguém me tocar, Ninguém me amar, Ninguém me olhar, Ninguém me sentir, Mas eu, eu sabia que ninguém era... Tu foste, tu és Um ninguém No entanto, de tanto falar de ninguém Tu se tornaste alguém em mim Ninguém é alguém És o meu céu, meu Sol És parte de mim.

Sala de professores - Debate e argumentação

SALA DE PROFESSORES Debate e argumentação
            Durante o intervalo, em uma manhã qualquer do ano letivo, o assunto em pauta na sala de professores é um ou outro questionamento de um ou outro aluno, durante as aulas de produção textual, sobre as polêmicas envolvendo exposições de obras de artes e performance artística em um museu da cidade de São Paulo.             - Alguns condenam as obras de artes ou performance artística sem ter um olhar crítico-reflexivo, mas simplesmente uma visão retrógrada e pautada em um preceito religioso ou de um conservadorismo passado de pai para filho, em um lar onde prega-se a defesa de uma família tradicional, de um padrão social que visa a defensa do binário de gênero e a condenação do não-binário. – Diz o professor de produção textual. – Hoje um dos alunos veio questionar o vídeo que está circulando nas redes sociais. Disse que era um absurdo o “artista” ter permitido a criança tocá-lo, por mais que tenha sido na mão e na perna. Que ele e o museu …

Pedaço de mim, de Evandro Calafange de Andrade

Pedaço de mim
Evandro Calafange de Andrade

Falta um pedaço de você em mim
Não sei o que é ou quando o perdi,
Mas sinto a ausência
Talvez a enxurrada o levou,
Talvez a insolação o matou.
Quem sabe, simplesmente, desistiu,
Ficou cansado da espera,
Ficou enfadonha a minha voz.
Penso que foi a junção,
A fusão do ontem, hoje e do amanhã
Que te levou da morada do meu coração,
Pedaço de mim.

Na parada do sucesso: Depois Não Chora | DAYA LUZ

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Amar é ser o não ser, Evandro Calafange de Andrade

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Amar é ser o não ser Evandro Calafange de Andrade
Amar é ser o não ser Do querer mais profundamente raso Imaginar um antes após o amanhã É ficar e partir, é está lá, aqui, ali sem sair.
Amar é ser alegremente triste Compreender que dias ensolarados São noites trovejantes Que encharcam os olhos sorridentes Em lágrimas puras de veneno doce.
É sonhar o sonho (de)sonhado É caminhar estando sempre parado Viver morrendo livremente amargurado Nos despassar das horas da causa-mor.
Entender que se levanta caindo, Faz e refaz o desfazer, Olhar, porém, não ver o que ver. Sente, (de)sente e, simplesmente, (re)sente O que é o amar desamado.