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Veja: Grostein entre palavras

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Veja: Eredegalda censurada

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Veja: Humor em quase notícia verdade

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Dia do profissional de Letras

21 de maio, dia do profissional de Letras

Dizem: "para que estudar português? Se sou brasileiro, nasci no país que fala a Língua Portuguesa, então, já falo português". Mas, quem realmente conhece as redondilhas dessa dama, pode se encontar com sua formosura. Além de descobrir os seus vícios, sua conotação, denotação, como também os seus instantes de transitividade, ambiguidade e redundância. Enfim, é capaz de se apaixonar profundamente por suas frases, orações e períodos. Confesso que sou papel e tinta figurado nessa belíssima donzela, sim, por que não seria? Seus acordos com o tempo deixaram-na atemporal. Tão jovial que os mais de 500 anos deste país não foram capazes de se tornar moço feito ela. Deslumbrante a dançar entre normas, conceitos e situacionalidade. Ademais, quando lembro do seu cantar, do seu sorriso, percebo apenas prosódia e informalidade que me conduzem a hipérbole da sua natureza. Como bem trovadorava os menestréis em trovas de semânticas e sintaxe. Por fi…

Gaivota a voar, de Evandro Calafange de Andrade

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Gaivota a voar Evandro Calafange de Andrade
Quando tocas a minha suavidade Machuca-me! Tua mão é navalha que fere a minh’alma, Bisturi cortante da carne nua Que deixa marcas na cerração da madrugada.
Quando me olhas, visão de rapina, Deixa-me desnuda, Tira-me a honra, O fio da dignidade. Leva-me a culpa da vulgaridade. Fazes-me vão, corrimão, chão, Ser sem perdão.
Quando falas empoderando-se Tiras o meu direito, Tatua em meu rosto: deveres, Apaga-me do contexto social. Resta-me, então, o pó, Entrego-me, portanto, ao nó Que não desata, mata.
Sou, enfim, mel-fel, Sou céu-infiel, Sou tudo-nada, Sou a força, Jamais a singela lata Que chutas, amassas.
Sou a flor, o aroma, A sonoridade do ar, A fúria do mar, A beleza de uma noite de luar.
Por fim, não sou propriedade... Mas a pureza e a vitalidade da existência Não a extensão do ser: Você. Sou fugitiva do breu, Quem se põ

Percurso de adeus, de Evandro Calafange de Andrade

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Percurso de adeus Evandro Calafange de Andrade
Virei-me na cama Passei a mão em teu travesseiro frio Abri os olhos, vi o dia raiado Sentei-me e vi a tua carta Sobre o criado-mudo há alguns dias Alucinado em deslumbre, deixei envelhecer A fresca tinta sobre o papel desbotado.
Corri as linhas lentamente Aquela prosa tocou-me Em uma memória sentimental Só, percebi que tudo foi ilimitado A cada palmo do meu nariz. Sim, curti os amigos demais Farreei demasiadamente Não fui capaz de limitar as circunstâncias Benditas malignas e famintas d’alma embriagada.
Eu sempre fui o sujeito agente Você, em segundo plano, paciente. O nosso amor transitava direta e indiretamente Em vias sinalizadas e com ponto final Tantas vezes em preposição acidental E após uns drinques, concretizava-se intransitivo, Mas o meu complemento sempre deu você.
Não queria a luz Estava envolto à escuridão Doce mãe madrasta Mas, pior que o nada, era não ter nada Quando abrir a porta de casa.
Desespero ao perceber Que, no sete, parou o ponteiro Um ponto in…

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Horas, de Evandro Calafange de Andrade

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Horas Evandro Calafange de Andrade
Deito-me Levanto-me Durmo Acordo Tomo o meu café da manhã Almoço ao meio-dia Janto sempre às 20 horas Saio para trabalhar Volto para casa Frequento a academia Um dia outro não Vou às compras Passo em frente às congregações Não faço reverências Falo mais do que ouço Ouço menos do que vejo Vejo menos do que sinto Sinto mais a mim do que deveria Toco a tua mão, mas não te sinto Falo contigo, mas não paro para te ouvir Vivo cada segundo, mas não me sinto vivo Deixo as lágrimas secarem Para me manter forte Não sinto as carícias de ninguém Para não passar fragilidade Ergo a minha cabeça Para superiorizar o meu ego Caminho sempre adiante Só para não ter de refletir os casos do pretérito imperfeito Quero te dar condição, Mas preciso seguir com os planos A minha individualidade Peco em não crer Creio no meu ser, não em você Paro a rotina, vejo-te onipresente Ouço por um instante, sinto sua imensidão

BBB17: Por que Emilly Araújo é merecedora de 1,5 milhão de reais?

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Com a força do querer Eu corro. Eu paro. Eu choro. Eu rio. Eu danço. Eu desço. Eu subo. Eu falo. Eu ouço. Eu canto. Eu grito. Eu sou o que tu não gostas. Sou o que eu gosto de ser. Sinto as emoções à flor da pele. Vivo intensamente cada segundo. Sofro sem a tua presença. Fico extremamente feliz ao teu lado. Sou menina, mulher, sou danada. Não aceito desaforos. Suporto as iras e engulo alguns sapos. Confesso que não são muitos. Jogo-me de cabeça, de olhos fechados. Entrego-me ao acaso, a situação, a história. Vivo, simplesmente. Tudo isso poderia ter saído da boca da sister Emilly Araújo. Será que não saíram? Dizem que o Big Brother Brasil é um programa da vida real. Por isso denominado de RealityShow, o show da vida. Mas não é o Fantástico que acabei de citar, o qual também é conhecido como o show da vida. Não! Pois há uma grande diferença entre os dois, ou seja, pode-se dizer que esta é definida da seguinte forma: um realmente narra os fatos da vida real, enquanto que o outro tenta rep…

BBB17: Análise dos últimos acontecimentos

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Quem dará o xeque-mate final no BBB17?
Quem é fã de reality show, deve estar acompanhando o desenrolar do BBB17, da TV Globo. Apesar de estar na reta final, percebe-se que o programa está apenas iniciando: uma guerra fria? Sentindo-me irônico.  Após a eliminação do “jogador” Daniel, na última terça-feira, os telespectadores passaram a assistir a um desenrolar, um tanto que inesperado, no parquinho. Todos acreditavam que o trio queridíssimo por uns e odiado por outros fosse chegar à final. Só que não foi o que cada componente do trio decidiu. Sendo mais específico: Ilmar. Tudo deu início pela seguinte frase “Não queria que o Dan saísse”. Se ele não saísse, quem deveria ter saído? A Emilly. Desejo retorcido na entranha dos participantes da casa mais vigiada do país. Em seguida veio o segundo ato: o prato sujo. Maridos e filhotes, cuidado com o seu prato, ainda com resto de comida, após uma refeição. Ele pode desencadear uma treta daquelas. Ilmar declara-se, então, inimigo número 1 de Emilly…

Direitos humanos para que e para quem

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Por E. C. Andrade
O jornalismo nunca é compreendido pela população. O jornalismo distorce a realidade. Talvez seja o povo que não compreende as notícias!? Será que os noticiários optam por defender o lado errado ou é o povo, cansado, que não aguenta mais tantas aberrações tornando-se manchetes?
Esta semana, nas redes sociais, um vídeo contendo cenas fortes de policiais atirando, a queima-roupa, em dois jovens, diga-se, bandidos, caídos na calçada de uma escola, após serem baleados durante uma perseguição. Os “cidadãos” ainda estavam vivos, mas os “defensores” decidiram dar cabo do sopro de vida desses meliantes, resolveram sentenciá-los sem direito a um julgamento justo.
Refletindo. O que realmente é um julgamento justo para esses dois jovens envolvidos no tráfico, na bandidagem?
Após o vídeo ser exibido em telejornais para todo o Brasil, internautas decidiram sair em defesa dos policiais. Ao abrir a minha conta no Facebook, visualizo uma postagem com um texto indignado pela forma como …

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Veja: Power Rangers

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Veja: Fragmentado

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És tu, amor?, de Evandro Calafange de Andrade

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És tu, amor? Evandro Calafange de Andrade
Confesso, fiquei sem ar Olhei fixamente para ti Te via a um toque meu Levemente bailando sobre a relva Senti em tua respiração O que desejava ouvir... Mas me faltava altura apropriada. Entrei, sai Continuei a te observar Em cada incansáveis Cliques di’noite Sabia cada percurso, gosto teu. No folhar da folhinha... Desculpe-me, fui obrigado a partir! Longe do teu perfume Cresci, aprendi O principal para continuar, conhecer a mim Descobri que sabia viver Por mais que estivesse longe Sem o amanhecer dos teus verdes campestres Soube também que tudo pode ser capaz... Quando o coração, danado músculo sensível, Cavalga galopante no peito de um brejeiro. Foi assim que vivi angústias Em um eterno devaneio, Escrevi linhas tortas tingidas em um livreto Ninei a esperança com todo zelo Nem o pingo teve esmera sincera atenção minha Foi janeiro para os lados do sertão Chegou dezembro pela chaminé Mas um número riscado Folha rasgada Um filme na tela da TV Eu aqui, mas você...? Nem notícias cant…

O novo hit de Lucas Lucco

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Ame ao som de Lucas Lucco

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Ouça, curta, se apaixone ao som de Lucas Lucco

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Intenso amor, de Evandro Calafange de Andrade

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Intenso amor Evandro Calafange de Andrade
Arranque a tristeza da tua voz Cante a canção que fala de nós Dance aconchegante a mim Ouvindo o sussurrar do nosso amor
Deixe o arrepio te envolver Só assim o teu corpo vai responder A cada toque meu A cada beijo meu Ao meu intenso amor
Sei que teu pensamento vai voar Recordar do nosso primeiro olhar Aquela timidez ao me beijar Quando caímos sem pudor No nosso hot ninho de amor
Tire o salto ao se jogar Sem medo em meu aconchego Envolvida em nossas carícias Serei mais que amante Louco apaixonado por você, Mulher. Oh, mulher!

O poder, de Evandro Calafange de Andrade

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O poder Evandro Calafange de Andrade
Se queres ir, então, vá! Se queres ficar, que fique aqui Ao meu lado sem me humilhar, Ao meu lado sem me diminuir, Ao meu lado sem me desmerecer, Fique a me fazer bem.
Saiba que meu corpo não é uma extensão do seu Não preciso de muletas para seguir em frente Que você me diga “sim” ou “não” O que vestir, falar, como agir Porque antes de você ser presença... Eu já era existência Era vida, terra e ar.
Se queres ir, então, vá! Se queres ficar, que fique então Mas saiba que não serás gaiola Não serei pássaro em tuas mãos Não admitirei ser julgada sem ser ré Sou pretérito, presente e futuro A liberdade e a resistência Noite, se eu quiser que seja Dia, se eu decidir que assim seja O que eu achar que preciso ser Com ou sem você.
Se queres ir, vá! Se queres ficar, fique! Sabendo me respeitar Pois sou mais que lar Sou empresa, labuta, O congresso, o poder, Versos, rimas, metrificação, Não um mero “que” da questão.
Se queres ficar, entenda! Não suportarei ser estatística Escrava das tuas razões…