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Mostrando postagens de Julho, 2012

A primeira vez pode ser inesquecível!, de Evandhro Calafange.

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A PRIMEIRA VEZ PODE SER INESQUECÍVEL!
Tudo na vida tem que ter a primeira vez. Portanto, perder a virgindade é uma dela. E é assim que acontece com as meninas, os meninos, com o ser humano. Às vezes precisamos de alguém mais experiente para que faça desse acontecimento algo inesquecível, ou quem sabe, até para torná-lo eterno, gravado em uma taça; para ficar, enfim, na história. Primeiro paqueramos um, depois abraçamos outro, beijamos outrem com vergonha, logo mais com voracidade, quem nos tira o folego, mesmo estando longe; no entanto, há momento que até parece que vai rolar. Mas, fica empatado no 1 a 1; sabe do que estou falando? Então, foi assim que aconteceu com o Corinthians na copa das Américas, o qual a final se deu ontem, quarta-feira 04 de julho. Apesar de muita torcida contra! Eles, os meninos do Gavião da fiel, foram lá. Enfrentaram os experientes argentinos, Boca Juniors. Correram atrás da dama campestre, que rolava desvairadamente na grama... E fizeram um, depois mais um, su…

Imagine Romeu sem Julieta, é assim o facebook sem a borboleta, de Evandro Calafange de Andrade

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Imagine Romeu sem Julieta, é assim o Facebook sem a borboleta.
Imagine goiabada sem queijo. Romeu sem Julieta. Floresta sem árvores, É assim que ficará o Facebook sem a natalense borboleta. Já que a nossa anti-heroína lanterna verde decidiu não mais se reeleger. Também, os internautas tanto cantaram “Fora, Micarla”, que ela se foi; ainda não, ela se vai; e agora se veem sem opção para cutucar, curtir e compartilhar. Pois nunca antes na história política do Natal, um indivíduo público ocupou tanto espaço em uma rede social. Nem a rosa Maria espinhosa, nem o vermelhou no governo com o seu V de vitória e nem olha a cabeleira do Carlinho, será que ele... Foram capazes de ser hits chicletes como foi a trajetória facebookana da dama de Souza com o seu sucesso “voa, voa, brabuleta”, na voz da Chatyene.
As amadinhas de Chayene não param de cantar a paródia: fica, fica, brabuleta, senão o Face vai decair tão intensamente, que a sua queda na bolsa se tornará piada. E piada mesmo só no show da ant…

Eleições municipais 2012

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O fio que nos separa é o fio que nos une.

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A linguagem de Maria, de Evandhro Calafange de Andrade

A LINGUAGEM DA MARIA
Maria acorda às 6h30 da manhã, todos os dias. Antes mesmo de escovar os dentes, ela liga o computador e começa a tweetar. Era um tweet para lá, um tweet para cá. Era um tal de “vc” e “pq” e finaliza dando um “já fui”, “tô chegando”; então, “blz”. Ou seja, ela tem como hábito linguístico o internetês. Lá vai ela para a escola, sem se desconectar um segundo se quer; agora, ela tem nas mãos um tablet com wi-fi. E de repente, ao chegar à sala de aula, na aula de português, ela se depara com uma linguagem totalmente adversa da sua. O professor João de Jesus Lopes Mendonça de Sá é um senhor que já viveu muito, só de vida profissional já tem uns 25 anos de carreira acadêmica. Então, lá vai ele falando, expondo suas ideias:       ― Hoje, nós vamos estudar os tipos de variedades linguísticas. Diz o professor levantando-se da cadeira e caminhando até a lousa. Ao término de sua exposição oracional, ele solta:          ― Vocês, agora, iram elaborar um texto em uma lauda. O que deix…

Lamentos de um exercício profissionalizante, de Evandro Calafange de Andrade

Lamentos de um exercício profissionalizante
Quanto vale uma palavra sem reação e emoção? Quanto vale um profissional que deve educar? Quanto vale um olhar doce retribuído com um amargo? Quanto vale um sorriso carinhoso contradizendo um palavrão das entranhas de um cidadão? Quanto vale ser alguém ou quem sabe ninguém antes de um ninguém qualquer? Dentre tantas perguntas se faz um homem angustiado de dores na alma e na moral daquele moral que ninguém sabe o seu significado ou sua diferenciação gramatical, semântica ou quem sabe sintática, bem mais ainda, estridente, morfossintática. Delírios meus, deixaremos para lá; vamos então voltar? De um homem que luta pela existência de uma decadência acadêmica. De um homem de mente sã, o qual se torna insano a cada dia de profissão desvalorizada. Mas a verdade é que o mundo não seria nada sem esse profissional. Quanto vale a gratidão de um cidadão que ganha milhões. Esse que não reconhece os méritos daquele singelo profissional que lhe ensinou o que…