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Quem merece vencer o BBB18?

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Quem merece vencer o BBB18? Por Evandro Calafange
Um brasileiro ou uma brasileira? Ou quem sabe um estrangeiro? Quem? Será que tem de ser o mais necessitado financeiramente, o mais carismático, o mais jogador, o mais polêmico, o mais sei lá o quê? Sobre a primeira pergunta, muitos podem responder que sim. Já que o programa é daqui, é produzido por gente daqui, além disso se chama Big Brother BRASIL. Seria justo que alguém da terra fosse o grande consagrado com o primeiro lugar. Isso não importa, né? Até porque o reality vai além da nacionalidade e procedência dos participantes. Portanto, esqueçam o adjetivo pátrio! O que se deve levar em consideração mesmo é o que cada um faz, como se representa, como se posiciona no tabuleiro. E nunca se esquecer de que a casa mais vigiada do país não é uma colônia de férias nem mesmo uma botânica. Simplesmente um jogo que tem de ser bem jogado. Sendo assim, para se chegar ao final com glórias, é necessária uma bela trajetória. Partamos, então, para a an…

Só queria, de Evandro Calafange de Andrade

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Só queria Evandro Calafange de Andrade
Hoje eu acordei, não sei se igual aos outros dias, Pois, só queria feixes de luz mais uma vez. De pé, defronte a tantos móveis, Fiz o que sempre faço por aquela hora. Em sequência caminhei pela rua em busca de destino Parecia tão vazia, fria e nada intrapessoal. O que me levou a pensar: Só queria respirar pureza apenas mais uma vez! Assim como o bater no peito momentos de outrora.  Revelaram-se memoravelmente em mim:  Antes de chegar à porta, Abracei a minha mãe, Olhei em seus olhos chorosos de saudade antecipada, Disse-lhe “adeus!” E a minha vida continuei do último ponto final. Por que não dizer que por mais uma dessas milésimas vezes: Só queria dizer o que não tinha dito, Mas o tempo, senhor da razão, não volta atrás. Castigador, vai sempre em frente, sisudo. Portanto, lamentar não me restava mais. Só abrir a janela do veículo em movimento, Ouvir a sinfonia urbana, Admirar a floresta de pedra, Navegar no asfalto da solidão lunar. Por fim, só q…

Ser homem para ti, de Evandro Calafange de Andrade

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Ser homem para ti Evandro Calafange de Andrade
Ouvir o som do teu coração Foi a maior emoção em mim Saber que acordaria para ver A brilhante luz dos olhos teus Me fez ser homem para ti.
Caminhar quilômetros para te admirar Carregar comigo todo este amor por ti Me fez ser uma parte de você.
Amo cada toque das tuas mãos E saber que vem cheio de sentimentos Por eu existir ao teu lado Não tem fim, Não tem explicação, Só sei que é gostoso está em teu leito.
Te amo hoje e amanhã além do sempre Saiba, ainda ouço o padre dizer “amém”. E o sabor do nosso primeiro beijo Ainda sinto em meus lábios. Baby, estou envolvido em teus abraços.
Te amo muito mais que a mim Saiba que é possível. Acredite! Vivemos um saudável amor A todo momento te faço rir. E teu sorriso me diz Que és feliz quando estais aqui Aconchegada em meu envolver.

Sem perdão, de Evandro Calafange de Andrade

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Sem perdão Evandro Calafange de Andrade
É hora de sair por aí Saiba que não tem nada a ver com você Um dia você roubou o meu ar Agora eu não sei mais o que te dizer.
Talvez eu precise me reencontrar E buscar caminhos longe de ti Nem que eu fique de lá para cá sem me firmar, Mas sinceramente não sei mais o que te dizer.
Tenha certeza de que um dia te amei Não, amor, se machuque assim! Mas quero saber o que sinto Encontrar quem me diga O que é amor sem magoas, Sem pedir perdão em cada olhar.
Amor, não chore! Yeah! Não chore! Yeah! Sem perdão! Um dia eu poderei voltar E na tua cama te amar.
Ontem eu estava assistindo àquele nosso filme Confesso que chorei compulsivamente ao final Quando vi aquele beijo durante um doloroso adeus. Desejei te beijar Nem que fosse só mais uma vez, amor.
Tenha certeza que um dia te amei Não, amor, se machuque assim! Mas quero saber o que sinto Encontrar quem me diga O que é amor sem magoas, Sem pedir perdão em cada olhar.
Meu passado a ti sempre pertenceu Ca…

Querela, de Evandro Calafange de Andrade

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Querela Evandro Calafange de Andrade
Acordei Com uma baita Vontade de te dizer: Parvo não sou, por mais que tu achas assim. Seria se tolo eu fosse, Se me comparasse a um ser desprovido de inteligência, Mas assim não sou. Tanto que descobri tuas voltas em minha vida. Sabes aquele com quem te encontravas? Disse por aí, nas ruelas da baixada: “Pense num camarada pífio, frio e maquiavélico.” Como pode ser eu pífio?! Não digo “não” para frio, Já que planejo o padrão desta oralidade contigo, ou Só por não querer acreditar No que consigo enxergar diante de um palmo. Talvez eu seja o adjetivo final, mas o primeiro?! Se assim eu fosse, Tu não terias me olhado com valor, Seria, portanto, em tua azul visão Um reles suburbano em banho de piscina, No entanto, fui presa fácil em tuas garras de águia vil. Sim, porque és indigna do meu dedicado sentimentalismo. Claro que não no sentido de emoção superficial e débil, Diria que em excesso e motivado de prazer. Enquanto me encontro submerso Em águ…

À deriva, de Evandro Calafange de Andrade

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À deriva Evandro Calafange de Andrade
Você chega e rouba todo o meu ar Sofro implorando para respirar No espelho acho que vou te enxergar À noite, o céu vem se desmontar Apenas me oferta desamor Deixa em minha visão Um rio de um ser em dor Afogado em lágrimas de ilusão.
Na janela o vento faz sua apresentação Chamando minha doce atenção O cantar do relógio é o pulsar do meu coração Que suavemente me deixa no chão Apenas me oferta desamor Deixa em minha visão Um rio de um ser em dor Afogado em lágrimas de ilusão.
À deriva estou entregue à fúria da paixão Me perco nos braços do teu olhar Quando ouço a emoção suspirar Me levanto para não caminhar Apenas me oferta desamor Deixa em minha visão Um rio de um ser em dor Afogado em lágrimas de ilusão.

Meus votos, de Evandro Calafange de Andrade

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Meus votos Evandro Calafange de Andrade
Pela primeira vez vi em teus olhos O mar oleado e selvagem Que eu desejava navegar. E quando menos eu esperava Veio o toque da tua mão Quase sem querer, cheio de timidez. Assim pude apreciar o arrepio da tua pele nua E na presença da lua Deite-me no leito da pureza Que em seu singelo barquinho Navegava na imensidão do teu corpo Tão viril feito pescador de labuta. Não posso negar que senti em meu peito O que jamais sentira antes. Estava eu em tua proteção! Confesso que acreditei iminentemente Que tu eras meu porto seguro. Logo os dias se tornaram noites O que me levou a acreditar que elas eram Noites ensolaradas de verão. Onde eu ia, via-te ao meu lado Corpo e alma, um só... Ontem, hoje e amanhã. E o agora diante de ti Sobre o altar e perante a Deus De joelhos em oração Peço por ti, por mim, pela criação Frutificarmos no outono! Em nossa mente um filme se exibe, Emoldura aquele dia que De pés descalços sobre a areia da praia Marcando-a só para a o…