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À deriva, de Evandro Calafange de Andrade

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À deriva Evandro Calafange de Andrade
Você chega e rouba todo o meu ar Sofro implorando para respirar No espelho acho que vou te enxergar À noite, o céu vem se desmontar Apenas me oferta desamor Deixa em minha visão Um rio de um ser em dor Afogado em lágrimas de ilusão.
Na janela o vento faz sua apresentação Chamando minha doce atenção O cantar do relógio é o pulsar do meu coração Que suavemente me deixar no chão Apenas me oferta desamor Deixa em minha visão Um rio de um ser em dor Afogado em lágrimas de ilusão.
À deriva estou entregue à fúria da paixão Me perco nos braços do teu olhar Quando ouço a emoção suspirar Me levanto para não caminhar Apenas me oferta desamor Deixa em minha visão Um rio de um ser em dor Afogado em lágrimas de ilusão.

Meus votos, de Evandro Calafange de Andrade

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Meus votos Evandro Calafange de Andrade
Pela primeira vez vi em teus olhos O mar oleado e selvagem Que eu desejava navegar. E quando menos eu esperava Veio o toque da tua mão Quase sem querer, cheio de timidez. Assim pude apreciar o arrepio da tua pele nua E na presença da lua Deite-me no leito da pureza Que em seu singelo barquinho Navegava na imensidão do teu corpo Tão viril feito pescador de labuta. Não posso negar que senti em meu peito O que jamais sentira antes. Estava eu em tua proteção! Confesso que acreditei iminentemente Que tu eras meu porto seguro. Logo os dias se tornaram noites O que me levou a acreditar que elas eram Noites ensolaradas de verão. Onde eu ia, via-te ao meu lado Corpo e alma, um só... Ontem, hoje e amanhã. E o agora diante de ti Sobre o altar e perante a Deus De joelhos em oração Peço por ti, por mim, pela criação Frutificarmos no outono! Em nossa mente um filme se exibe, Emoldura aquele dia que De pés descalços sobre a areia da praia Marcando-a só para a o…

Lado a lado, de Evandro Calafange de Andrade

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Lado a lado Evandro Calafange de Andrade
O tempo em toda a sua majestosa onipresença E em momentos de não tão pífias turbulências Se travestiu ao se entregar As ondas nefastas do mar. Se pôs ereto ao sentir o ar, Possibilitando ao meu ser ir e estar Seja onde e quando desejaria ficar.
Entreguei a minha mão a ti, Conduzi-te pelas travessas da vida, Mostrei-te cada dia que meus olhos Poderiam enxergar.
Quando precisaste de ar, Levei-te ao céu Ao mais alto que poderia te conduzir, Fazia-te rir, viver, está amando. Quando não enxergaste a verdade, Pincelei na tela branca O mais lindo do paraíso: Nós dois caminhando lado a lado.

BBB18 - Conheça os 16 participantes da nova edição do reality

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BBB18 está chegando

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A estreia será no dia 22 de janeiro. Fiquem ligados em tudo que já rolou na casa e nas novidades da edição 18 do reality show mais vigiado do Brasil.

Acesse: BBB18

Análise textual de "Uma arma chamada celular"

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Análise textual de Uma arma chamada celular
Evandro Calafange de Andrade
            Recorremos a um texto jornalístico da revista IstoÉ, número 1909, de 24 de maio de 2006, que retrata o domínio do crime em um artigo intitulado “Uma arma chamada celular”, no qual pretendemos discursar com a autora Ana Carvalho e contrapor com as informações do texto “O conceito de interdiscurso da Enunciação”, de Ana Cláudia Fernandes Ferreira, discutido durante as aulas da disciplina Semântica da Língua portuguesa, ministrada pela professora Carmem Brunelli.             Este trabalho tem como intenção não só trabalhar a polifonia e a argumentação, mas também as relações interdiscursivas propostas pela autora Ana Cláudia Fernandes Ferreira ao afirmar, segundo os seus estudos nos conceitos de Eduardo Guimarães, que se devem considerar os interdiscursos e a intenção do discurso, pois é necessário sempre observar a relação entre locutor e interlocutor, “porque alguém sempre produz algo para alguém”.        …

Na parada de sucesso - Oba Oba Samba House feat. Menor - Olha Ela

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